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Má que jête?

Este mundo tá passado dos carretos ´moss!

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28
Fev22

E se eu pegasse numa metralhadora?

Susana

Com tantas notícias a invadir a nossa mente, tantas imagens e vídeos que trouxeram lágrimas aos meus olhos é impossível não nos imaginarmos no lugar daquele povo, os ucranianos. 

Nestes ultimos dias sinto-me sensível, que tudo me faz chorar,  quero falar da Ucrânia, uma conversa normal e imediatamente sou atacada pelas imagens de famílias a tentar fugir, famílias a serem separadas porque o pai tem que ficar a lutar mas quer a família a salvo e por isso  despedem-se nas fronteiras derramando lágrimas de dor sem saber quando se vão reencontrar. 

Eu aqui no meu canto não consigo segurar as lágrimas e penso, e se fosse eu? 

Tenho visto mulheres carregando suas armas, orgulhosamente gritanto ao mundo que estão ali para defender o seu pais mesmo que se isso lhes custe a vida. Aqui em Portugal sei de ucranianas que já disseram o mesmo, que se lá estivessem que não pensariam duas vezes, pegavam nas armas e lutariamate ao fim. 

Este povo tem provado que tem uma força enorme e que estão dispostos a tudo para defender o que é deles por direito. 

Resta saber se o resto do mundo consegue ter a mesma força, deixar-se de burocracias e medos, avançar todos juntos contra aquele louco Putin que pensa que pensa que pode tudo. 

Agora a pergunta que fiz no título deste post... Que faria eu? 

Não tenho filhos mas tenho sobrinhas, uma de dez e outra quase com dois anos que são tudo para mim. Tenho uma família unida e feliz, uma irmã que amo muito um pai a ficar velho com problemas de saúde que precisa cada vez mais de nós e uma namorada com quero passar a minha vida. 

E tudo isso que acabei de dizer é quase de certeza a realidade de muitas familias por todo o mundo incluindo claro Ucrânia. 

Dito isto que faria eu? 

Sim ficaria no meu país, sim pegava numa arma e lutaria, pelo meu país, pelo futuro das minhas sobrinhas. 

Lutaria até ao fim porque o mundo não pode ter loucos a exterminar povos e tirar o que é deles, porque a liberdade é um direito de todos, porque a paz é um direito de todos. 

Sim pela minha família, pelo meu amor eu faria o mesmo que muitas mulheres estão a fazer na Ucrânia mesmo que isso lhes vá custar a vida. 

Neste momento sentimos nos impotentes, no meu caso escrevo, meus dedos fervem, seja aqui no meu teclado ou  de dedos colados na minha caneta não irei parar...

Todo o pouco se torna muito quando a alma e o coração não desistem de ter esperança. 

Força Ucrânia juntos iremos vencer!

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Anastasia Lenna miss Ucrânia 

25
Fev22

"O drama, a tragédia, o horror"

Susana

Lembram-se a célebre frase popularisada pelo recentemente falecido Artur Albarram? 

Pois foi essa a frase que se colou na minha mente assim que acordei e me deparei com as noticias de que a Ucrânia tinha sido invadida pela Rússia. 

É um sentimento surreal, estamos no século XXI e ninguém está à espera que algo desta dimensão aconteça, como é possível é a primeira pergunta... 

A segunda pergunta é : e agora? que vai acontecer? como vai aquele povo sobreviver? estamos a falar de seres humanos, um povo que tal como nós tem a sua vida suas rotinas mas mais importante suas famílias para cuidar e tudo isso está agora em risco. 

Suas vidas estão em risco, o medo é real, a guerra chegou às suas casas e quem sabe se não chegará as nossas... 

Por isso a frase "O drama, a tragédia, o horror" nunca fez tanto sentido como agora, pelo menos desde a segunda guerra mundial. 

Imaginem o que será acordar ao som daquela sirene a avisar que um ataque está eminente, pior imaginem acordar ao som de expulsões não muito longe de nós, o pânico, incerteza, a vontade de fugir sem saber para onde. 

Passei o dia a ser invadida por todos os noticiários, relatos de dor e medo, imagens de um povo a tentar sair do país mas sem conseguir combustível, filas de carros intermináveis, lojas a fechar, bens essenciais e escassear. 

Vendo pessoas a procurar abrigo no metro esperando que isso os proteja dos bombardeamentos. 

Como é que um louco consegue pôr o mundo inteiro assustado e em alerta máximo, um louco que parece não viver no século XXI, um louco disposto a tudo para atingir os seus objectivos, sacrificando vidas, até mesmo as do seu povo se for preciso. 

Se confio na Nato? sim confio mas também sei que quando retaliarmos a "bolha" rebenta e esse louco de nome Putin começará a disparar em todas as direcções. 

Vamos rezar para que juntos o consigamos derrotar, eliminar, que a paz volte. 

Deus proteja os ucranianos e o mundo.

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