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Má que jête?

Este mundo tá passado dos carretos ´moss!

Má que jête?

Este mundo tá passado dos carretos ´moss!

31
Jan17

E ninguém me avisou?

Susana

Sim estou marafada, anda uma pessoa a usar óculos desde os seis anos, 32 anos a empurrar óculos que teimam em escorregar nariz abaixo, agora aparece esta maravilha e ninguém me avisa? Vou comprar já uma palete que me dure o resto da vida .

Não vou explicar o que é vejam com os próprios olhos.

Parece simples não é? Uma espécie de batom que se passa nos ditos cujos e já está, nada de escorregadelas durante todo o dia e o melhor é que é 100% natural feito à base da cera das abelhas.

Publicidade à parte fiquei eufórica com esta invenção, quem usa óculos sabe do que falo 

31
Jan17

You're fired!!!

Susana

E é assim. a novela continua com cenas perigosíssimas, infelizmente muito reais, ninguém pode discordar do senhor/traste Trump que a saída é a rua.

O homem transportou o reality show The Apprentice para a casa Branca e a primeira a ser despedida foi a procuradora-geral interina por esta lhe ter feito frente e recusado a apoiar a sua política de imigração, tira-se quem não apoia e resolve-se o problema.

E ainda a procissão vai no adro...

 

 

30
Jan17

Mês terrível para ser porco

Susana

Todos os anos repete-se a tradição, início do ano e o pessoal desata a matar os porcos que andaram a engordar durante todo o ano, sei que isto pode chocar muita gente mas esta tradição é uma festa familiar, vem gente de todo o lado para ajudar seja na matança seja a confeccionar comida, uma multidão a trabalhar mas também nos comes e bebes.

Já fui a muitas e em todas não estive presente no acto em si, nos momentos finais do animal, não consigo, sei que pode não ser bonito da minha parte não gostar de uma parte mas adorar a outra, toda a euforia, a almoçarada, os homens a tratar da carne as mulheres a cozinhar e eu a olhar  à espera de ir comer as especialidades próprias do dia.

A morte do porco não se faz por desporto, faz-se com respeito pelo animal com o objectivo de alimentar a família durante o ano, toda a carne é aproveitada e conservada em condições e um facto ainda mais importante é que esta carne é muito mais saudável que qualquer outra que se compre nos supermercados, o animal é alimentado pelo dono com produtos da terra, não há cá rações com ingredientes estranhos para fazer o bicho crescer mais depressa, tudo é natural.

É um mês de tradições e o porco é a personagem principal.

 

28
Jan17

A minha sina

Susana

Ontem estava eu a arranjar as coisas no restaurante quando entra uma senhora de saco às costas, a senhora de etnia cigana queria vender-me calças, eu tendo mais fazer disse educadamente que não estava interessada mas a senhora não se dava por vencida e insistia em esgotar-me a paciência.

A certa altura certa que não me iria vender nada tentou outro caminho, e começou a senhora:

Ela: Acredita e Deus

Eu a pensar OMG ok aí vamos nós: Sim acredito

Ela: Então saiba que eu a posso ajudar.

Eu a pensar tirem-me deste filme: Hummm

Ela: A senhora tem muita inveja em cima e eu posso ajudar.

Eu a desesperar: Não estou interessada obrigada na mesma.

Ela: Mas olhe que o seu casamento está muito mal, cheio de inveja, deixe-me ler a sua sina.

Eu que não sou casada, não penso em tal, nem vivo com a cara metade: Hummm pois não quero saber nada de sinas nem futuros nem nada que se pareça.

Ela jà a fazer-me passar da cabeça: Mas...

Eu: Olhe vá ler a sina ''pra'' outra freguesia que daqui não leva nada.

Ela lá saiu de má cara de certo a pensar que me ia dar cabo do casamento, que medo...

Há dias estranhos 

27
Jan17

Viola Davis

Susana

Consegui ver um dos filmes que tenho em lista de espera, Fences foi o escolhido e adorei mas sei que não é um filme para todos, não é um filme fácil para o público em geral que o podem considerar muito parado e estranho, no meu caso achei muito forte emocionalmente com diálogos que nos cortam a respiração, excelente.

A história em si é muito simples e o filme passa-se praticamente sempre no mesmo cenário, transportando-nos por vezes para o palco num teatro onde nos arrancam a respiração à força ou não fosse este filme uma adaptação de uma peça de teatro, Denzel Washington e Viola Davis são o eixo do filme com interpretações brilhantes de uma força genial tendo ambos já encarnado as personagens no palco do teatro antes de Denzel ter decidido transportar a peça para o cinema numa jogada arriscada mas que se revelou vencedora.

Foi Viola Davis quem mais me fascinou, ou melhor continua a fascinar a cada personagem que encarna, a mulher é um furacão, um poço sem fim de talento, a certa altura no filme no fim de um dos diálogos a emoção foi de tal maneira forte que mesmo arriscando fazer figura de parva só me apeteceu gritar bravo e aplaudir de pé (algo que aconteceu na peça).

Todas a personagens até agora interpretadas por Viola são fortes e marcantes seja no cinema ou na televisão, sou fã de How to get away with murder e também lá ela é fenomenal, aquele olhar matador aquela voz forte intimidam qualquer um.

Arrisco dizer que ela é uma forte candidata ao Óscar de melhor actriz secundária mesmo sem ter visto todas as outras mas esta conquistou-me a alma e merece sem dúvida ganhar.

Vejam aqui o excerto da peça e vejam se não tenho razão, simplesmente brilhante.

 

 

 

 

 

26
Jan17

Dia lindo para a ronha

Susana

O dia acordou chuvoso, frio e escuro...logo no dia em que tive que me levantar mais cedo yupi!!!

A vontade de fazer alguma coisa é mínima e o meu quarto puxa por mim como um íman, à tarde se tudo correr bem vou-me enfiar em casa e só volto para o restaurante à noite.

Vou ligar o aquecedor, enrolar-me nas mantas, na caneca de chá e ver se acabo o raio do livro que me está a impedir de ver os filmes que tenho em espera (o livro é muito bom e a maior parte de voçês já o conhece, depois falo dele).

Agora bora lá trabalhar.

 

 

24
Jan17

Dão-me cabo dos nervos

Susana

Quantos de vocês têm vizinhos que são tudo menos sossegados, silenciosos? Tenho uns vizinhos a quem só me apetece apertar o pescoço, que não têm a mínima noção do que é viver em sociedade com respeito pelos outros.

Eles gritam, eles gritam muito, eles só sabem comunicar aos gritos e isso dá-me cabo dos nervos, eu passo-me...é uma família de quatro, um casal e dois rapazes e todos gritam mas a mãe é quem grita mais, grita com os filhos, os filhos gritam com ela, chega o pai e começa a gritar com a mulher e com os filhos e é assim todo o santo dia. Atenção, não se trata de violência entre eles, nada disso, eles é que só sabem viver assim, falar assim...AOS GRITOS!!!

A sorte deles é que só gritam no horário legal, à noite antes das dez tudo pára e eu que me apetece tanto fazer queixa tenho que me calar porque eles gritam dentro do horário legal, fixe não é?

Pois mas na próxima reunião de condomínio o dono do apartamento vai ouvi-las vai, ele alugou, ele é responsável, ele que vá falar com eles, se não sabem viver em sociedade vão para o campo, no meio do nada onde podem gritar à vontade e deixem-nos em paz no nosso tão valioso sossego...antes que eu me passe e desate também aos gritos!

 

(imagem da net)

 

 

 

23
Jan17

Uma história da vida real

Susana

Esta história é igual a tantas outras a que já nos habituou este mundo, uma história que vemos repetir todos os dias nas noticias e que infelizmente raramente tem um final feliz.

Conheço a Ana de vista mas conheço-a desde sempre, a Ana vem de uma família muito carenciada, nunca teve acompanhamento na infância e a escola foi deixada para trás assim que pode.

A Ana andou sempre à deriva e na adolescência rodeou-se de gente duvidosa que lhe dava falsa amizade e falsa alegria, engravidou e continuou com a sua vida sempre rodeada de pobreza, perdeu todos os dentes que tinha e a juventude dos vinte e poucos anos começou a envelhecer.

Um dia Ana conheceu um homem com quem foi viver, o homem muito mais velho, coveiro cá na terra muito trabalhador era o que Ana precisava para ter pela primeira vez uma família, uma casa decente, um pai para o filho, uma tentativa para a verdadeira felicidade completada com a chegada do primeiro filho em comum.

Tudo parecia estar finalmente no caminho certo, deixei de ver Ana na má vida, passei a passar por ela e ver um sorriso bonito, tinha finalmente arranjado os dentes e parecia novamente ter os vinte e poucos anos, o seu bebé é uma criança linda e bem disposta, sempre bem vestido e tratado como o Menino Jesus.

Depois deixei de ver a Ana, não liguei e o tempo passou até que um dia calhou em conversa no restaurante do meu pai, as pessoas falavam da Ana e contavam que tinha fugido, estava explicado a sua ausência a Ana era vitima de violência doméstica, levava pancada do marido, muita pancada e fiquei surpresa por saber que era já a segunda vez que a Ana e o bebé eram levados para parte incerta pelo apoio à vítima (APAV), pois é a Ana volta sempre.

O que leva uma mulher a voltar para um homem que lhe bate, que perde a cabeça à mínima coisa? Será o desamparo? a dependência monetária? No caso da Ana é possível que seja um pouco de tudo, não tem ninguém, não tem casa nem emprego e ainda é uma criança que como tantas outras acredita no homem quando ele vem a chorar desesperado a jurar que vai mudar, que tudo vai ser diferente.

Vi a Ana ontem, não sabia que já tinha voltado, estava com ele e tinha o tal sorriso, estavam os três às compras como um casal feliz e normal, a Ana vive numa ilusão que lhe pode sair cara, é só chegar o tal momento, o momento que ele perde a cabeça e tudo volta ao mesmo e podem não ser só nódoas negras e lágrimas, todos nós sabemos como têm acabado histórias iguais a esta.

Ninguém a pode obrigar a ir embora para sempre, nem fazer com acredite que o melhor para ela e os filhos é começar uma vida nova longe dele, o medo das consequências é sempre maior e a ilusão também...

 

22
Jan17

Fui ao mar

Susana

E perguntam vocês, ''O que é que esta maluca foi fazer para o mar com esta frieza toda?'' pois é nós somos assim (eu a a capitã) doidas varridas com uma paixão enorme pelo mar seja em que altura do ano for.

O facto é que o barquinho tem que sair do país de seis em seis meses pelo menos por 24 horas (normas para evitar pagar imposto gigante) e como este fim de semana o mar estava calminho na Sexta feira planeamos a viagem para Sábado de manhã partirmos em direcção a Espanha, abastecemos os dois tanques e lá fomos nós navegar.

O frio é que não estava amiguinho e mesmo com roupa até às orelhas o facto é que a certo ponto deixei de sentir a cara tal era o vento gelado, é que as cabecinhas vão sempre de fora em alerta para possíveis objectos que apareçam pela frente que o piloto automático não detecta as bóias dos pescadores e a creditem que a certo ponto parecia que estávamos num percurso de contorno de objectos tal era o zig zag.

O vento estava a favor, o dia lindo e tirando o frio a viagem foi calma, já a volta para cá hoje foi mais turbulenta, o vento estava contra e o mar muito picado mas isso só nos diverte ainda mais (mais uma vez doidas varridas).

Chegamos os três bem (desta vez o marido da capitã também foi) mas estafadinhos, eu e ela porque ele não mexe uma palha naquele barco, ali as mulheres é que mandam.

Tinha sal até às orelhas já para não falar no barco que me vai dar muito trabalho esta semana, já lhe dei umas mangueiradas e precisa trabalho a fundo mas eu é que já não tinha forças para isso.

Agora depois de um banho quente bem que queria ir dormir mas nãããooooo... ainda vou sair e ajudar o meu pai no restaurante, Life is good não me queixo, há que aproveitar cada momento mesmo que te esgote a energia toda .

Aqui ficam algumas fotos.

 

 

Eu na manuntenção 

 E aqui o nosso veículo

 

 

 

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